A arte do padrão

Seja um paradoxo. Diga que quer e não quer. Seja o oposto do que era ontem, seja algo que jamais imaginou. Surpreenda os outros, surpreenda a si mesmo. Faça sobrancelhas levantarem e bocas se abrirem. Abra sua própria boca a olhar no espelho e ver que aquele ser dali é alguém cujas ações são interminavelmente imprevisíveis. Seja alguém cujo destino é incerto, cuja vontade de crescer é tão grande quando a vontade de sumir e desaparecer da face da Terra. Diga sim, mas diga não. Não seja uma metamorfose ambulante… seja mais do que isso. Faça suas opiniões durarem apenas uma noite.

Morra sozinho.

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