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	<title>Subterranean Homesick Alien</title>
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	<description>layout em (semi-eterna)construção</description>
	<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 16:16:56 +0000</pubDate>
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		<title>4 Minute Warning</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 16:16:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Eu que fiz, ok?]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante o dia, eu tô bem.
Eu tô ótimo.
Respiro, como, vivo, não tem nada de errado.
E aí chega a noite e eu sinto a sua falta&#8230;
E aí chega a noite e eu fico tentando suprimir um monte de lembranças,
do que era,
do que poderia ter sido,
do que eu gostaria tanto que fosse.
Durante o dia, eu tô bem.
Durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o dia, eu tô bem.<br />
Eu tô ótimo.<br />
Respiro, como, vivo, não tem nada de errado.<br />
E aí chega a noite e eu sinto a sua falta&#8230;<br />
E aí chega a noite e eu fico tentando suprimir um monte de lembranças,<br />
do que era,<br />
do que poderia ter sido,<br />
do que eu gostaria <em>tanto</em> que fosse.<br />
Durante o dia, eu tô bem.<br />
Durante a noite, eu encaro, todas as noites<br />
um temor<br />
Sabe, acho que estou começando a desistir de achar que vai passar.<br />
Porque não passa.<br />
Precisa passar.<br />
Mas não passa.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pra variar&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 00:58:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Esse eu não fiz]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Por mais que lutasse para não pensar nele, eu não lutava para esquecê-lo. Eu me preocupava – tarde da noite, quando a exaustão da privação de sono penetrava em minhas defesas – que tudo desaparecesse. Que minha mente fosse uma peneira e eu um dia não conseguisse mais me lembrar da cor exata dos seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<em>Por mais que lutasse para não pensar nele, eu não lutava para esquecê-lo. Eu me preocupava – tarde da noite, quando a exaustão da privação de sono penetrava em minhas defesas – que tudo desaparecesse. Que minha mente fosse uma peneira e eu um dia não conseguisse mais me lembrar da cor exata dos seus olhos, da sensação de sua pele fria ou da textura de sua voz. Eu podia não pensar naquilo, mas queria me lembrar de tudo. Porque só havia uma coisa em que eu precisava acreditar para poder viver – eu precisava saber que ele existira. Era só. Todo o restante eu podia suportar. Desde que ele tivesse existido.</em>&#8221;</p>
<p>Stephenie Meyer, Lua Nova.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pra quem nunca amou</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 02:34:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Eu que fiz, ok?]]></category>

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		<description><![CDATA[I´m hooked on you I need a fix I can&#8217;t take it just one more hit I promise I can deal with it
I´ll handle it, and quit it Just one more time, then that&#8217;s it, just a little bit more to get me through this
Estou apaixonado pela minha saudade, caso patológico. Crônico. Extremo. Estou apaixonado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>I´m hooked on you I need a fix I can&#8217;t take it just one more hit I promise I can deal with it<br />
I´ll handle it, and quit it Just one more time, then that&#8217;s it, just a little bit more to get me through this</em></p>
<p>Estou apaixonado pela minha saudade, caso patológico. Crônico. Extremo. Estou apaixonado pelo modo como sinto falta do som - mudo - da sua voz. Estou apaixonado pela falta que suas graças me fazem. Estou apaixonado pela saudade que tenho de te imaginar rindo, das coisas que dizíamos, até amanhã. Estou apaixonado pela falta que você me faz todos os dias. Estou apaixonado pelo modo como você sorria - posso dizer, com todas os olhares que não dei - e você dizia <em>&#8220;sorri&#8221;</em>. Estou apaixonado pelo modo com que não tenho mais nossos cabides e mais cabides espalhados como se quisessem escrever no chão alguma coisa como <em>&#8220;vocês se merecem&#8221;</em>. Estou apaixonado pelo que sinto falta do modo com que desabafava e você me via ver coisas que eu simplesmente não conseguia. Estou apaixonado pela falta, porque não tenho. Certamente estaria apaixonado por todas essas coisinhas que sempre me fizeram te amar todos os dias em que pude. Só que não posso me permitir. Não posso amar mais. Não posso mais estar apaixonado.<br />
Então estou apaixonado pela falta.<br />
Falta, das músicas que dividíamos simbolicamente. Falta dos símbolos. Falta dos dizeres. Falta das luzes que nunca tive que acender porque o sol chegava antes de mim&#8230; sinto falta de te dizer que te amava a cada cinco minutos e falta, é claro, se ouvir você dizendo que não sabia, mas que grande surpresa. Falta, como Bella sente de Edward, como Lorelai sente de Rory, como sentimos do Toby. Vazia. Falta enfeitada com um monte de saltos que a gente dá pra dizer que está tudo bem. Falta, porque perdia a única pessoa que me fazia pensar que tudo era tão bonitinho que chegava a doer. Falta de pensar tudo no diminutivo, coisa que os idiotas apaixonados sempre fazem porque tudo de fato fica tão <em>pequeno</em> diante do que amamos.  Inclusive a nossa tristeza.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Er&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 18:10:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diário Miguxo]]></category>

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		<description><![CDATA[Como fas escrever uma coisa feliz aqui? Sério, não consigo&#8230;
Eu sei, eu sei, tenho tantos motivos pra estar feliz tanto quanto eu tenho pra respirar. Consegui fazer esses dias, coisas que pessoas não conseguem praticamente a vida inteira, e se conseguem, isso vai bem pra mais longe dos dezessete anos. Eu sei que o problema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como fas escrever uma coisa feliz aqui? Sério, não consigo&#8230;</p>
<p>Eu sei, eu sei, tenho tantos motivos pra estar feliz tanto quanto eu tenho pra respirar. Consegui fazer esses dias, coisas que pessoas não conseguem praticamente a vida inteira, e se conseguem, isso vai bem pra mais longe dos dezessete anos. Eu <em>sei</em> que o problema não é com a minha vida. Está tudo nos conformes. Tenho e temos saúde, moradia, e isso já está muito bom, demais. Tenho poucos, mas ótimos amigos. Embora ainda sinta falta dos que perdi - um por uma escolha, outra porque, poderia dizer, é uma piranha filha-da-puta, mas limito-me a dizer que não sei o porquê - ainda tenho ótimos, e arranjei ótimos. Poderia dizer que é porque queria namorar alguém, e às vezes sinceramente acredito que é por isso&#8230; no entanto, começo-me a imaginar namorando e não tenho a menor certeza de que isso é o que quero. A pessoa certa simplesmente não existe, de qualquer jeito. </p>
<p>Minhas notas na escola estão ótimas e, falando em escola, tem ocorrido uma série de incidentezinhos por lá, porque um grupo encrenca com a minha existência, só pode. Okay, eu encreco com a deles também, mas um tratamento de emudecimento é o bastante, não? Aparentemente não. Não vou entrar em detalhes porque eu tô cagando, sério mesmo, eu tô tão acostumado com gente não gostando de mim que isso é mais comum que respirar (sem contar que eu me divirto horrores, mas&#8230;), então, de qualquer forma, é o resumo de tudo que acontece por lá. Eu simplesmente amo a minha escola. Vou, todos os dias, de bom humor, nada comparado a ano passado ou retrasado, ou eu ouvia uma daquelas minhas músicas anestésicas de alegria ou eu simplesmente virava uma múmia antes mesmo de pegar o elevador. Nessa escola não é assim. Longe disso.</p>
<p>Fora que o Radiohead confirmou mesmo o show, eu <em>preciso</em> de dinheiro. E já deixei avisado (até parece que eu tenho essa moral) pra minha mãe que se só tiver show em São Paulo eu vou pra lá, tipo de qualquer jeito. Falando em posses, posses e mais posses, meu pai vai me dar dinheiro pra eu comprar vários livros que eu tô querendo, então pelo menos eu posso me manter ocupado por um tempo. Esses dias eu tenho lido Crepúsculo e Lua Nova, aquele livro que virou sucesso&#8230; eu não sei muito bem por quê - é bem bobo, mas é legal. E eu finalmente consegui voltar a ouvir Muse saudavelmente e até consigo ouvir Citizen Erased, haha. Okay, eu sou louco, whatever.</p>
<p>Tá todo mundo entrando de férias, e só de pensar nisso já me dá um arrepio. Eu não <em>aguento</em> mais férias. Sério mesmo, se eu tiver coragem, essas férias eu vou começar a malhar compulsivamente, isso depois de voltar da praia. Porque a idéia de ficar em casa, ai, no computador, aaah, isso me enlouquece, já me da coceira. Não posso voltar a isso nem que seja meu último recurso descer pro play e ficar lendo até a sauna abrir. Sério mesmo. Odeio férias. Não aguento mais férias. E eu não vou viajar, provavelmente, porque meu pai tem que marcar a data das férias dele asap e eu nem sei quando <strong>eu</strong> entro. Queria que nunca haha enfim, se eu viajar, vai ser por tipo três semanas, e eu tenho muito mais do que isso de férias. Okay, eu sou realmente louco, contando as férias como se fosse um prazo que precisa chegar ao fim desesperadamente. Bem&#8230; é assim mesmo. É triste, realmente muito triste. Mas é, é assim, que que eu posso fazer, né?</p>
<p>Enfim, preciso sair da adolescência. Ainda que adore o fato de que eu não tenho quase nenhuma responsabilidade, eu simplesmente preciso parar de ser volúvel assim. Me dá um medo quando os sentimentos duram um dia. Me dá um medo quando eu penso que aquela pessoa que eu era obsessivamente ligado num dia, no seguinte, é banal. Não aguento mais a mim mesmo&#8230; meu pai ainda tá vendo o troço da psicóloga e eu espero pacientemente, porque sinceramente boto muitas esperanças nisso&#8230; <strong>preciso</strong> deixar de ser que nem eu sou, tipo, urgentemente.</p>
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		<title>Strangers</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Nov 2008 20:06:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Filosofando.com]]></category>

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		<description><![CDATA[Minhas mãos estão fechadas sobre o peito, numa tentativa de arranhar, ou quem sabe, romper a cortina de ferro que separa meu coração do universo. Universo, este, cheio de cortinas, cheio mesmo. Umas de latão, outras revestidas por titânio, inquebráveis. Umas quebradas, mas simplesmente sem qualquer para preencher-se. E com o tempo, refazem-se. Minhas mãos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minhas mãos estão fechadas sobre o peito, numa tentativa de arranhar, ou quem sabe, romper a cortina de ferro que separa meu coração do universo. Universo, este, cheio de cortinas, cheio mesmo. Umas de latão, outras revestidas por titânio, inquebráveis. Umas quebradas, mas simplesmente sem qualquer para preencher-se. E com o tempo, refazem-se. Minhas mãos estão fechadas, talvez como se quisesse proteger tudo o que não queria mostrar para as pessoas, mas talvez, lampejo&#8230; talvez seja porque estou simplesmente procurando a pessoa certa.</p>
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		<title>Must Get Out</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 19:56:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Depressão]]></category>

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		<description><![CDATA[Sabe aquele sentimento tão ruim e triste que você não consegue nem pôr pra fora? Então. Ultimamente estive seriamente procurando saber por onde anda a macumbeira de True Blood, porque tô me sentindo meio que se tivesse um demônio em mim. Porque sério mesmo, cada segundo de felicidade que eu tenho ou de qualquer coisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe aquele sentimento tão ruim e triste que você não consegue nem pôr pra fora? Então. Ultimamente estive seriamente procurando saber por onde anda a macumbeira de <em>True Blood</em>, porque tô me sentindo meio que se tivesse um demônio em mim. Porque sério mesmo, cada segundo de felicidade que eu tenho ou de qualquer coisa que não seja completo desânimo, simplesmente parece um momento em que estou abafando tudo de ruim que sinto. Abafando desesperadamente. Já deixou de ser uma coisa inócua em que eu acho cotidiano, a tristeza. Ela se estabeleceu e virou meu estado normal de existência. Parece que meu organismo só consegue adaptar às coisas dessa forma, tudo é ruim, e ruim, e ruim. Não sei como sair dessa situação. Só quero ficar sozinho e não quero, porque não posso, mas o simples pensamento de quaisquer um é triste demais. Na verdade, triste demais é o pensamento de existir. Porra.</p>
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		<title>Orbital Twirl</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Nov 2008 23:08:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Filosofando.com]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrever um livro. Pular de pára-quedas. Pular de asa-delta. Nadar. Show do Radiohead. Ter um psicólogo. Ser alto. Voar. Ter dinheiro, muito dinheiro. Morar em Ipanema. Morar na Grécia. Passar minha lua-de-mel na Grécia. Deixar de ser extremamente volúvel. Amigos aos montes. Terminar a faculdade mais cedo do que deveria. Emagrecer. Operar os olhos. Morar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escrever um livro. Pular de pára-quedas. Pular de asa-delta. Nadar. Show do Radiohead. Ter um psicólogo. Ser alto. Voar. Ter dinheiro, muito dinheiro. Morar em Ipanema. Morar na Grécia. Passar minha lua-de-mel na Grécia. Deixar de ser extremamente volúvel. Amigos aos montes. Terminar a faculdade mais cedo do que deveria. Emagrecer. Operar os olhos. Morar ao lado da praia. Andar de bicicleta regularmente. Viver cercado por pessoas com quem posso confiar inteiramente. Pagar o que minha mãe quiser, a hora que ela quiser. Ser um profissional extremamente bem-sucedido e brilhante. Vencer todos os contra-pesos. Desatordoar-se por completo. Ser livre. Ter um casamento. Poder casar. Ter um HD melhor, de 1 Tera. Descobrir um sentido para a vida. Arranjar um estilo próprio. Vencer um pouco da timidez. Ter experiências para contar. Ganhar na mega-sena. Trazer meu pai mais para perto. Encontrar certa pessoa. Pilotar um avião. Ter todos Agatha Christie&#8217;s. E Stephen King&#8217;s. E Sidney Sheldon&#8217;s. Ser PHD. Ter sessenta e cinco pares de All Star. Fazer um design decente pra esse blog. Gostar de alguém sem contras, ou aprender a aguentá-los. Gostar das coisas que pode ter, e não o contrário. Comprar todas as roupas que quiser. Comprar todas as coisas que quiser. Aprender a abrir saquinhos de miojo. Escrever outros livros. Deixar de ser viciado no orkut. Deixar de ser viciado em paixonites. Malhar todos os dias. Deixar de ser falso. Deixar de mentir. Deixar de&#8230; deixar de se obrigar a fazer as coisas. Deixar.</p>
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		<title>Tick tock</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 21:52:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Eu que fiz, ok?]]></category>

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		<description><![CDATA[Metros à frente, viu seu primeiro amor. Ali, repousava como se nada tivesse feito, como se o tempo não tivesse de fato passado. Da exata maneira que lembrava estar há um, dois anos atrás. Atravessou a rua, de modo a evitar, assim que o presságio de sua presença o abateu a metros de distância. Parecia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Metros à frente, viu seu primeiro amor. Ali, repousava como se nada tivesse feito, como se o tempo não tivesse de fato passado. Da exata maneira que lembrava estar há um, dois anos atrás. Atravessou a rua, de modo a evitar, assim que o presságio de sua presença o abateu a metros de distância. Parecia olhar em sua direção, se iludiu, pela milésima-centésima vez. Só que dessa vez pouco o importava, na verdade, assim o quis. Sentou-se num lugar invisível ao seu, uma vez, tão desejado, tão quisto. Olhou sem tentar olhar, lembrou sem tentar olhar, ao que pensava, <em>não é possivel que isto ainda me abale, não é possivel que isto ainda me abale, não é possivel que isto ainda me abale</em>. Mas abalava. Pura crueldade, seu coração começou a bater, sua boca seca, isso a uma distância de talvez, quilômetros. Não sentia um assomo do antigo sentimento, na verdade, eram apenas lembranças por forte demais para lhe deixar na indiferença. Chegasse mais perto, sentiria aquele perfume que o inebriava, aquela voz que o deixava absolutamente quebrado e encantado, aquelas roupas de sempre, lindas, lindas. Não se permitiria a isso, mas é claro. Num gesto que estava habituado a fazer de brincadeira, fez das mãos um formato de arma de fogo e apontou para o próprio pescoço. Hesitou, e antes de fazer o barulho de tiro, apontou para seu primeiro amor e atirou, com toda a força. Seus ressentimentos, descasos, agrados, tudo. Tudo o que já amara um dia e duvidava que se tivesse outra chance amaria novamente. Toda a porra da sua platonicidade indiferente. Mandou tudo isso numa bala imaginária que atravessou jardins, portão, tudo.</p>
<p>Se sentiu extremamente orgulhoso.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Diz que fui por aí</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 00:17:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Eu que fiz, ok?]]></category>

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		<description><![CDATA[Prometi, como se prometesse a um penhasco, que não pensaria mais em você. Sabia, achava - imaginava - que talvez, quem sabe, dê uns dias aos dias, tudo passa, tudo sempre passa. Conservo esta esperança. Conservo esta esperança com a força da minha crença mais forte de todas porque, veja, o fato é, não passou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prometi, como se prometesse a um penhasco, que não pensaria mais em você. Sabia, achava - imaginava - que talvez, quem sabe, dê uns dias aos dias, tudo passa, tudo sempre passa. Conservo esta esperança. Conservo esta esperança com a força da minha crença mais forte de todas porque, veja, o fato é, não passou droga <em>nenhuma</em>. Ainda me pego, de tal forma,  regulada, religiosa, abstraída e desastradamente pensando em sua existência, dia após dia, minuto após minuto. E por mais que não esteja mais sozinho, sinto-me uma carapuça, arapuca, armadilha. Sinto-me um eterno só e só, esperando o dia em que você virá, aparecer, aparecer e aparecer. </p>
<p>Prometi, como se prometesse a uma linha muda, que não pensaria em você, todos os dias, que não sentiria sua falta. O fato é que, conservo, ainda conservo, todas as esperanças do mundo que talvez, sim, te esqueça, mas&#8230; olho em volta, e por volta, digo-me para meus próprios olhos. O fato é que, bem, todas as esperanças do mundo não são simplesmente <em>nada</em> quando penso na minha vontade, ah, vontade, de abraçar, e beijar, e amar, te casar. Minha vontade de você. Penso que, mais cedo ou mais tarde, como já obtive, passará. E Deus, isso dói um pouco. Porque a loucura com que recebo, religiosamente todos os dias a notícia de mim mesmo que você não está mais aqui, e isso pode soar sem sentido, como sempre, mas tal loucura&#8230; é reconfortante. Porque a dor que sei que terei a sentir quando souber que bem, eu não sei a que horas você acordou hoje, e ontem, e se sua pessoa foi atingida por uma gripe - pra variar -, quando souber que simplesmete não sei paradeiro&#8230; tal dor, bem, é simplesmente a dor que me faz acordar todos os dias.</p>
<p>Prometi a mim, e principalmente a você, que não voltaria atrás com minhas decisões. Nós sabemos que sou um veterano nesse tipo de assunto. Prometi que não sairia correndo pelas minhas ruas mentais gritando seu nome, ou meu nome, e prometi um monte de coisas sabendo, lá no fundo, que jamais teria estabilidade para controlá-las até o fim. Mas estou pela corda, pelos lados. Apenas porque é o jeito, já que, em primeiro lugar, a idéia de te desapontar mais uma vez é simplesmente ameaçadora por demais e, em segundo lugar&#8230; simplesmente não queria voltar ao que éramos, não daquela forma.  Então estou pela corda, pelos lados.</p>
<p>Tentei prometer, da forma como um garoto promete que nunca mais vai brincar na maçã proibida, que, um dia, deixaria de pensar que, novamente, um dia, terei seu amor, sua companhia. Ainda sonho, todas as noites, dias. Que um dia vai ser a hora. E tento não ficar imaginando a coisa toda, de novo e de novo, andando pelas ruas quase sendo sempre atropelado e perdendo pontos de ônibus, de uma forma quase que infantil de tão clichê. Tento não ficar imaginando o momento em que vou te dizer, com a boca cheia, ainda te amo, e você vai responder, também. Tento não imaginar isso toda hora que tenho cinco minutos livre para pensar em qualquer coisa, mesmo. Tento dizer a mim mesmo que estou sendo idiota, tento dizer a mim mesmo que, de certa forma, isso só vai tornar as coisas difíceis, mas é simplesmente impossível parar.</p>
<p>Prometo todas as noites - sem pular uma só - que nunca te esquecerei. Isso é um pouco contraditório a tudo que venho-me dizendo, mas é simplesmente uma sintetificação que significa que todas as memórias envolvidas a sua pessoa nunca serão excluídas de minha mente. Por mais que queira (e não queira, de forma alguma, jamais), deixar de te amar dessa forma&#8230; prometo a meu Deus, a mim mesmo, a você, todas as noites, que nunca esquecerei. Nada. Tudo que você fez, faz, faz por mim. Tudo que significa você na minha vida - mais da metade desta. Tudo o que te lembra, tudo o que me irrita em você, tudo o que me faz pensar em você de qualquer forma que eu consiga associar&#8230; tudo isto, nunca esquecerei. E sempre, antes e depois de pedir por você, saúde, amor, bem-estar, sempre, sempre digo&#8230; que você é e será, até o dia de minha morte, o amor da minha vida. </p>
<p>Às vezes a gente encontra rápido mesmo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Silence</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 23:31:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Esse eu não fiz]]></category>

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		<description><![CDATA[Peyton: Make a wish and place it in your heart.
Anything you want. Everything you want.
Lucas: Do you have it?
Good.
Now believe it can come true.
You&#8217;ll never know where the next miracle is gonna come from.
The next smile.
The next wish come true.
Peyton: But if you believe that is right around the corner,
and you open your heart and [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Peyton: <em>Make a wish and place it in your heart.<br />
Anything you want. Everything you want.</em><br />
Lucas: <em>Do you have it?<br />
Good.<br />
Now believe it can come true.<br />
You&#8217;ll never know where the next miracle is gonna come from.<br />
The next smile.<br />
The next wish come true.</em><br />
Peyton: <em>But if you believe that is right around the corner,<br />
and you open your heart and mind to the possibility of it,<br />
to the certainty of it,</em><br />
Brooke: <em>You just might get the thing you were wishing for.</em><br />
Nathan: <em>The world is full of magic.<br />
You just have to believe in it.<br />
So make your wish.<br />
Do you have it?</em><br />
Haley: <em>Good.<br />
Now Believe in it.<br />
With all your heart.</em></p>
<p>One Tree Hill</p>
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